sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Mauro Beting escreve carta de despedida para o pai Joelmir





Na madrugada desta última quinta-feira, dia 29, o jornalista Joelmir Beting morreu. Ele, ‘pra mim’, foi a inteligência do jornalismo econômico. Revolucionou essa área tão complicada de trabalhar. Acredito que nós, estudantes de jornalismo, perdemos um dos maiores nome dessa profissão.
Eu queria deixar os meus sentimentos para todos os familiares.
O jornalista Mauro Beting, filho de Joelmir, colocou uma carta de despedida ao pai no seu blog. É muito emocionante, leia abaixo:

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De Mauro Beting sobre o pai dele: Joelmir
Nunca falei com meu pai a respeito depois que o Palmeiras foi rebaixado. Sei que ele soube. Ou imaginou. Só sei que no primeiro domingo depois da queda para a Segunda pela segunda vez, seu Joelmir teve um derrame antes de ver a primeira partida depois do rebaixamento. Ele passou pela tomografia logo pela manhã. Em minutos o médico (corintianíssimo) disse que outro gigante não conseguiria se reerguer mais.
No dia do retorno à segundona dos infernos meu pai começou a ir para o céu. As chances de recuperação de uma doença autoimune já não eram boas. Ficaram quase impossíveis com o que sangrou o cérebro privilegiado. Irrigado e arejado como poucos dos muitos que o conhecem e o reconhecem. Amado e querido pelos não poucos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.
Meu pai.
O melhor pai que um jornalista pode ser. O melhor jornalista que um filho pode ter como pai. Preciso dizer algo mais para o melhor Babbo do mundo que virou o melhor Nonno do Universo? Preciso. Mas não sei. Normalmente ele sabia tudo. Quando não sabia, inventava com a mesma categoria com que falava sobre o que sabia.
Todo pai é assim para o filho. Mas um filho de jornalista que também é jornalista fica ainda mais órfão. Nunca vi meu pai como um super-herói. Apenas como um humano super. Só que jamais imaginei que ele pudesse ficar doente e fraco de carne. Nunca admiti que nós pudéssemos perder quem só nos fez ganhar. Por isso sempre acreditei no meu pai e no time dele. O nosso.
Ele me ensinou tantas coisas que eu não sei. Uma que ficou é que nem todas as palavras precisam ser ditas. Devem ser apenas pensadas. Quem fala o que pensa não pensa no que fala. Quem sente o que fala nem precisa dizer. Mas hoje eu preciso agradecer pelos meus 46 anos. Pelos 49 de amor da minha mãe. Pelos 75 dele. Mais que tudo, pelo carinho das pessoas que o conhecem, logo gostam dele. Especialmente pelas pessoas que não o conhecem, e algumas choraram como se fosse um velho amigo.
Uma coisa aprendi com você, Babbo. Antes de ser um grande jornalista é preciso ser uma grande pessoa. Com ele aprendi que não tenho de trabalhar para ser um grande profissional. Preciso tentar ser uma grande pessoa. Como você fez as duas coisas.
Desculpem, mas não vou chorar. Choro por tudo. Por isso choro sempre pela família, Palmeiras, amores, dores, cores, canções. Mas não vou chorar por algo mais que tudo que existe no meu mundo que são meus pais. Meus pais, que também deveriam se chamar minhas mães, sempre foram presentes. Um regalo divino.
Meu pai nunca me faltou mesmo ausente de tanto que trabalhou. Ele nunca me falta por que teve a mulher maravilhosa que é dona Lucila. Segundo seu Joelmir, a segunda maior coisa da vida dele. Que a primeira sempre foi o amor que ele sentiu por ela desde 1960. Quando se conheceram na rádio 9 de julho. Onde fizeram família. Meu irmão e eu. Filhos do rádio. Filhos de um jornalista econômico pioneiro e respeitado, de um âncora de TV reconhecido e inovador, de um mestre de comunicação brilhante e trabalhador.
Meu pai.
Eu sempre soube que jamais seria no ofício algo nem perto do que ele foi. Por que raros foram tão bons na área dele. Raríssimos foram tão bons pais como ele. Rarésimos foram tão bons maridos. Rarissíssimos foram tão boas pessoas. E não existe outra palavra inventada para falar quão raro e caro palmeirense ele foi. Mas sempre é bom lembrar que palmeirenses não se comparam. Não são mais. Não são menos. São Palmeiras. Basta.
Como ele um dia disse no anúncio da nova arena, em 2007, como esteve escrito no vestiário do Palmeiras no Palestra, de 2008 até a reforma: “explicar a emoção de ser palmeirense a um palmeirense é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense… é simplesmente impossível!.
A ausência dele não tem nome. Mas a presença dele ilumina de um modo que eu jamais vou saber descrever. Como jamais saberei escrever o que ele é. Como todo pai de toda pessoa. Mais ainda quando é um pai que sabia em 40 segundos descrever o que era o Brasil. E quase sempre conseguia. Não vou ficar mais 40 frases tentando descrever o que pude sentir por 46 anos.
Explicar quem é Joelmir Beting é desnecessário. Explicar o que é meu pai não estar mais neste mundo é impossível.
Nonno, obrigado por amar a Nonna. Nonna, obrigado por amar o Nonno. Os filhos desse amor jamais serão órfãos.
Como oficialmente eu soube agora, 1h15 desta quinta-feira, 29 de novembro. 32 anos e uma semana depois da morte de meu Nonno, pai da minha guerreira Lucila. Joelmir José Beting foi encontrar o Pai da Bola Waldemar Fiume nesta quinta-feira, 0h55.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Blog do Franklin Catan é citado em trabalho de Faculdade

O meu estilo de trabalhar e o meu blog foram citados no blog do Lucas Pelai -  http://lucaspelai.blogspot.com.br/ - , estudante de Jornalismo, na Unilago, de Rio Preto.

Ele faz uma reflexão sobre o jornal Pasquim, que circulou durante 22 anos (1969 - 1991), e trazia notícias de uma forma engraçada e irônica. O jornal teve o seu grande ápice na Ditadura Militar. Veja a citação:



Características do “O Pasquim, leia e perceberá se temos jornais como este:

Um tabloide com muito tempo de circulação, 22 anos (1969 – 1991), isso era O Pasquim. Criado pelo colunista Jaguar e os jornalistas Tarso de Castro e Sérgio Cabral. De acordo com o dicionário, Pasquim significa jornal difamador, folheto injurioso.

Realmente era um jornal bem diferente, cuja característica dele continha humor, ironia, irreverência e critica. Para concretizar tais informações, percebemos logo pelo símbolo do  O Pasquim. Era um rato, com nome de Sig (Sigmund Freud), criado por Jaguar.

Além disso, continha também cartuns, charges, piadas, textos polêmicos e humorísticos. Uma das entrevistas mais polêmicas foi com a atriz Leila Diniz, em 1969. Era uma mulher a frente do seu tempo que gostava de quebrar convenções e limites, especialmente quanto ao sexo. O Pasquim, nessa matéria falou sem nenhum respeito o que a atriz disse:
“Trepo de manhã, de tarde e de noite".

"Você pode muito bem amar uma pessoa e ir para cama com outra. Já aconteceu comigo".
Além disso, Leila falou tantos palavrões que foram substituídos por asteriscos (*).
Em novembro de 1970, a redação toda do  O Pasquim foi presa depois que o jornal publicou uma sátira ao célebre quadro de Dom Pedro I proclamando a Independência do Brasil às margens do Ipiranga, de autoria de Pedro Américo. Os militares esperavam que com o semanário fora de circulação, os leitores perderiam o interesse. Contudo, durante todo o período em que a equipe esteve na cadeia (até fevereiro de 1971)  O Pasquim continuou circulando com edição de Millôr Fernandes (que escapou da prisão), com ajudas de Chico Buarque, Antônio Callado, Rubem Fonseca, Odete Lara, Gláuber Rocha dentre outros cariocas bem situados.

As prisões continuaram durante o tempo da circulação, locais onde eram vendidos eram jogadas bombas. Isso mostra que o Pasquim realmente incomodava os governantes, não é a toa que é um dos jornais mais vendido da história com mais de 250 mil exemplares.

Trazendo para os dias de hoje, o que percebemos, há jornais com as mesmas características do Pasquim? Há uma grande circulação como ele teve? O que eu penso e percebo alguns jornais de hoje, arriscam a ser irônicos. O Bom dia, Diário da Região ás vezes fazem algumas matérias com o “ar” de ironia  tirando sarro com alguma situação. Mas, não podemos dizer que temos um “O Pasquim” nos dias de hoje.

Agora, se olharmos para outro veículo de comunicação, a internet, percebemos que há uma grande semelhança com o tabloide. Um exemplo é o blog do Franklin Catan, jornalista recém-formado, mas, com uma característica de poucos. O blog do Catan contém entrevista com perguntas em forma de piada, que deixa alguns entrevistados sem graça. Crônicas, áudio do programa dá radio onde ele trabalha (programa que contém várias piadas criadas por ele), matérias com assuntos bem descontraídos como quantas pessoas alguém beijou na noite, o famoso Zé buracão (personagem criado para denunciar os buracos da cidade). Matérias também, lançadas em jornais impresso.

Para finalizar, deixo aqui a seguinte palavra, ainda bem que temos pessoas como Franklin para fazer matérias, entrevista com assuntos sérios com uma pitada de humor, ironia.  Pois, assim, relembramos um pouco como era a época do O Pasquim.




segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A torcida e a imprensa pede Pep Guardiola na Seleção


Eu assino em baixo essa carta do Walter de Mattos Junior, editor e fundador do LANCE! - Ele é um dos maiores conhecedores do futebol e sabe muito bem o que fala. Eu, como torcedor do Brasil, também apoio a vinda de Pep Guardiola para comandar a seleção. 
Uma pelo seu desejo e afirmação de que será campeão caso venha ser treinador do Brasil. Duas, temos técnicos com campeões, no entanto, não com o futebol arte que o espanhol conseguiu colocar no Barcelona.
Está na hora do Brasil, um País que fala em inovar, mudar a cabeça e aceitar as opiniões dos torcedores

O Brasil quer Pep, Sr. Marin. Veja a carta:


Por Walter de Mattos Junior - Editor e fundador do LANCE!

Caro presidente Marin, nos últimos anos, muitas têm sido as divergências deste LANCE! com o comando do nosso futebol. É hora de deixar essas rusgas de lado. Escrevo, não só como editor do Grupo L!, mas principalmente como torcedor. Há momentos em que oportunidades não podem ser desperdiçadas.

Quando a vontade da opinião pública coincide com a razão, seja no esporte, seja na política ou em qualquer outra área, não deve restar dúvida do caminho a seguir. Esta é a situação que vivemos agora.

Em quase todas as enquetes realizadas pela mídia no Brasil, o nome de Pep Guardiola aparece em absoluta liderança. Isso mostra, sobretudo, que o torcedor brasileiro clama por mudanças. Não de nomes, mas de métodos, de filosofia. Mudanças que sejam capazes de resgatar a essência do futebol brasileiro, sua arte, seu talento, seu orgulho, sua capacidade de despertar paixões.
Esse é o desejo das massas.

Entendo a preocupação que o senhor possa ter, presidente, de entregar o comando da Seleção, uma instituição nacional, a um treinador estrangeiro. Mas o senhor tem o respaldo do torcedor para isso. E mais, não será o primeiro. O Brasil aprovou a vinda de Rubén Magnano no basquete. E ele é um argentino. Sim, um argentino que resgatou a autoestima de um esporte em que já fomos líderes e há muito amargávamos fracassos. Situação análoga a que vive o nosso futebol, que em outubro chegou a pior posição do ranking Fifa de sua história.

Não tenho dúvidas de que temos aqui treinadores de respeito. Gente preparada, com histórico de títulos. É compreensível a preferência e até os laços que possam unir membros de sua diretoria a alguns desses nomes. Mas o regime é presidencialista e o senhor é que será cobrado se o Brasil fracassar numa Copa dentro de casa. Sua experiência de político tarimbado certamente lhe dirá que ouvir a voz das ruas, a imprensa e a palavra de quem ama o futebol brasileiro deve ser fundamental nesse processo.

O que, então, presidente, pode pesar contra a vinda de Guardiola?
Ele não conhece os jogadores brasileiros, dizem alguns. E nem o futebol brasileiro, que teria pouco tempo para entender. Mas, como assim, se a maior parte dos que serão convocados jogam na Europa? Pep conhece esses nomes mais do que qualquer treinador que atue aqui. Ele jogava contra eles, dirigia alguns no Barcelona. Além do mais, em quatro dos cinco títulos mundiais ganhos pelo Brasil, os treinadores assumiram a Seleção a menos de dois anos da Copa.

Um técnico como ele custará muito caro, argumentarão outros. Essa, com certeza, não será uma preocupação de Pep. Quando deixou o Barça, foi-lhe oferecido pedir o que quisesse para ficar. Propostas de outros grandes clubes, de seleções poderosas, também não lhe faltam. Mas o que vale é que ele, como disse fonte de sua maior confiança, ouvida por este LANCE!, quer treinar o Brasil (clique aqui para ler a revelação de Guardiola). Sonha ser o técnico da Seleção e promete nos dar o hexa. Além do mais, cá para nós, dinheiro não é problema para uma instituição que tanto arrecada como a CBF.

Caro presidente Marin. O tempo é curto para a Copa. A decisão precisa ser tomada rapidamente. Mas cabe ao senhor ter um olho em 2014 e outro no futuro do nosso futebol. Na revolução que ele precisa, num trabalho que a partir da Seleção principal seja capaz de refletir-se nas categorias de base, no jeito de jogar dos clubes, na maneira de formarmos e lapidarmos nossos talentos.

Desde que assumiu o cargo nota-se o esforço que tem feito para, de alguma forma, imprimir sua marca na gestão do nosso futebol. Agora, o senhor tem a oportunidade de contrariar os céticos que nas últimas 48 horas não se cansam de afirmar que nenhuma mudança pode vir dessa CBF dirigida pelo senhor. Fazer de Pep Guardiola o treinador da Seleção pode ser o seu legado definitivo à transformação de que nosso fut precisa. E, pode ter certeza, a opinião pública estará a seu lado.

domingo, 25 de novembro de 2012

Programa Distúrbio 27-10-2012

Mais um programa @Distúrbio98 e esse com o comando do DJ Marcinho da Líder FM, o nosso diretor artístico.

Água com gás

por Matthew Shirts, publicado na Veja São Paulo (23/11/2012)

Na primeira vez que meu saudoso pai, Garry, veio a São Paulo, tive de deixá-lo com os familiares para acompanhar o parto do meu filho, Lucas, no pequeno e simpático Hospital Adventista, no bairro da Liberdade. O Lucas demorou a chegar. Fiquei lá no hospital uns dois dias. A comida era deliciosa, mas à base de pão integral, melancia e suco de uva. De vez em quando eu era obrigado pelo nervosismo a descer ao boteco da esquina e devorar um x-salada. Entendera já a essa altura que x = cheese = queijo, uma das equações básicas para quem, de fora, quiser entender a cultura brasileira, tal como E = mc2 está para a física, por exemplo. 

Enquanto isso, meu pai, que nada falava de português, aprontava. Nós o mandamos, com minha mãe, meu irmãozinho, Mitch, e meu avô Wesley, que só saía em São Paulo de botas de caubói de cano altíssimo, com detalhamento de cenas do Velho Oeste, a um restaurante refinado. Eles estavam de férias, afinal. Queria eu que tivessem uma boa impressão da nossa cidade. Já haviam se divertido para valer no Rio de Janeiro. Por eles ficariam por lá, andando de táxi. Aventura maior não havia, concordavam todos. 

Corria o ano de 1984. Como pouca gente falava inglês em São Paulo na época, eles enfrentaram dificuldades para decifrar o cardápio no restaurante bacanudo. Na versão deles, monoglotas americanos, o garçom era antipático e metido. Não se dispôs a ajudar. Minha mãe entendia um pouco de espanhol, no entanto, e chegaram à conclusão de que havia três pratos na carta: uma carne, uma pasta e um frango. Cada um apontou no cardápio com o dedo o prato escolhido até chegar a vez de meu pai. Para fazer o pedido, ele pulou da cadeira e começou a dançar pelo salão batendo os braços, como se fossem asas, em imitação a uma galinha. Queria se comunicar. 

Dias depois, levei meu pai à feira de sábado da Vila Madalena, na Rua Mourato Coelho. Meu pai gostava de gente. A feira estava vibrante, com a chegada das festas de fim de ano. As frutas, exuberantes. Lembraram meu pai os seus tempos de missionário mórmon no Havaí durante a década de 50. Eu não sabia disso, até então, mas ele amava manga. Só a comera no ano em que viveu no Havaí. A globalização das frutas ainda não tinha acontecido em 1984. Não existia manga decente na Califórnia, onde ele morava. Hoje tem. 

Carregamos sacolas de mangas para casa, com destaque para as corações-de-boi, enormes. Deixei as compras e os americanos em casa e fui cuidar de alguma tarefa na rua. Sei que demorei, e quando voltei meu pai estava passando mal. A cara dele me preocupou. Só o vira daquele jeito na nossa última viagem familiar de carro, ao México, em 1977. Estava verde, do tom da camisa do Palmeiras. Perguntei à minha mãe o que acontecera. “Seu pai deve ter chupado umas dez mangas, nem sei quantas. Não para de ir ao banheiro”, disse ela, com o tom de “ninguém me ouve nesta casa”. Conclusão dos familiares brasileiros: manga solta. 

Garry veio mais uma vez a São Paulo, anos mais tarde, para participar do batismo do Lucas e da minha filha, Maria, na Igreja Nossa Senhora do Rosário de Fátima, na Avenida Doutor Arnaldo. Por uma ironia do destino, meu pai, ex-mórmon e agnóstico militante, só tivera, até aquele momento, netos católicos. Poucas semanas antes assistira ao batismo de Toby e Tatum (T. Shirts), filhos do meu irmão caçula, em uma igreja católica em San Diego, na Califórnia. O batismo dos meus filhos foi animado. Havia criança correndo e gritando por todo lado. Estava lotado de gente. A missa em San Diego fora solene. Estive presente. Perguntei ao meu pai qual era a principal diferença do batismo na Igreja Católica nos Estados Unidos e no Brasil. Ele pensou um pouco e saiu-se com esta: “É como a diferença entre água sem gás e água com gás. Uma delas é efervescente".

Obs: Adoro os textos do Matthew Shirts, por isso, resolvi publicar essa crônica. 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Distúrbio 98 do dia 3/11/2012

Mais um programa Distúrbio 98, da Líder FM, de Rio Preto.

Reflexão do dia 17/11/2012

Reflexão 

Cada um de nós recebeu uma gama de talentos, que precisam ser desenvolvidos ao longo da existência.  Alguns têm o dom da fé, da palavra, da música, do canto, das artes ou da comunicação; por sua vez, outros possuem o dom da caridade, da profecia, da sabedoria, da inteligência, do discernimento dos espíritos ou de falar em línguas   Se ainda não os descobriu,  você precisa desenvolver seus dons, para serem colocados a serviço dos irmãos e da comunidade.
 
 
Meditação 


Analise suas habilidades e seus dons. 

Confirmação 

"Todas essas coisas as realiza um e o mesmo Espírito, que distribui a cada um conforme quer"  (1Cor 12,11).